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  Detalhes do Projecto  
O Estado dos nossos Castelos (Categoria: Projecto Patrimonial)
Local: Lisboa       Duração: de 17-04-2008 a 31-12-2020
 
 
O Estado dos nossos Castelos

Em Portugal Continental existem cerca de 1000 estruturas fortificadas, identificadas. Deste universo cerca de 200 são castelos de génese medieval.
O estado de conservação dos castelos é muito díspar e varia de acordo com vários factores. Os projectos de intervenção conhecidos nem sempre são explicados convenientemente originando duras críticas.
Pretendemos dar a conhecer o Estado dos nossos Castelos que resultam das inquirições que fazemos a usuários ou cessionários, projectistas, habitantes e interessados em geral. Pretendemos transmitir uma informação mediadora, em que todas as partes envolvidas serão consultadas para que possam explicar a situação. Tentaremos, na posse de toda a informação, emitir uma opinião avalizada e que tenha em conta a manutenção e salvaguarda do património fortificado.
Pedimos a sua colaboração para completarmos as informações que disponibilizamos.


Castelo de Beja

Manuel Oliveira, vereador da Câmara de Beja, explicou que evidenciar este ex-libris da cidade era um dos objectivos e que o mesmo foi alcançado com a utilização tecnologia LED, que também torna o sistema de iluminação mais eficiente do ponto de vista energético.

Manuel Oliveira revelou também que está em curso a empreitada corresponde à execução de todos os trabalhos necessários à reabilitação da Torre de Menagem, cujo termo se prevê para o final do mês de Setembro.

* Beja: Câmara prepara intervenção no castelo após derrocada.
A Câmara de Beja está a instalar uma estrutura metálica à volta da torre de menagem do castelo para prevenir o colapso de elementos instáveis e realizar exames necessários à preparação da intervenção de consolidação do monumento.
A instalação da estrutura do tipo andaime, que está a ser feita com o apoio da Direção Regional de Cultura do Alentejo (DRCA) e custará cerca de 48 mil euros, surge após a derrocada de parte do varandim da torre de menagem do castelo de Beja, que ocorreu no passado dia 13 de novembro.
Segundo a autarquia, o relatório preliminar da peritagem efetuada à torre após a derrocada apontou para a necessidade da instalação da estrutura metálica envolvendo a torre para prevenir "o colapso de elementos instáveis".
A estrutura vai também permitir a realização de exames e ensaios necessários à preparação de uma intervenção de consolidação estrutural do monumento, refere a Câmara de Beja, que está a tentar conseguir fundos públicos, porque “não tem capacidade financeira para assumir os custos da realização, com caráter de emergência, das obras”.


Castro de Mogadouro

Após quatro anos de investigação sobre uma fortificação da Idade do Ferro, em Vilarinhos do Galegos (Mogadouro), os investigadores vão agora avançar para a reconstrução e preservação deste sítio com 2.500 anos.
Os resultados das escavações que envolveram alunos e arqueólogos e outros técnicos da Universidade do Minho (UM) permitiram esclarecer um conjunto de dúvidas existentes em relação às funções da "primitiva fortificação".


Fortaleza de Valença

A fortaleza de Valença, monumento nacional candidato a património mundial, recebeu em mês e meio mais de meio milhão de visitantes, disse à Lusa o presidente da Câmara
"Foi um ano excecional. Tivemos uma verdadeira enchente. Entre a segunda quinzena de julho e o mês de agosto mais de meio milhão de pessoas visitaram a Fortaleza. Em média, tivemos entre 10 a 15 mil pessoas por dia", afirmou Jorge Mendes.
O autarca adiantou que os números registados em alguns dias ultrapassaram os de 2013, quando a Fortaleza foi visitada, por dia, por cerca de 12 mil pessoas.


Fortificação de Almeida

António Cunha, reitor da Universidade do Minho (UMinho) e António Batista Ribeiro, presidente da Câmara Municipal de Almeida, no distrito da Guarda, procederam, em Junho, à assinatura de um protocolo de colaboração entre as duas entidades, tendo como finalidade realizar actividades de índole académica, técnica, científica e cultural, relacionadas com a Fortificação Abaluartada de Almeida.
Ao abrigo deste acordo, a UMinho promoverá a participação dos seus alunos em estágios curriculares relacionados com a Fortificação Abaluartada. A Câmara Municipal de Almeida,
por outro lado, criará condições para a execução dos projectos e missões de investigação.


Forte de São Marcelo em Salvador

Segundo divulgou o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Forte de São Marcelo em Salvador terá licitação em Outubro
A obra vai abranger a recuperação da parte física da fortificação, fechada desde 2001.
De acordo com a publicação no Diário Oficial, a empresa contratada deverá fazer a “elaboração de projeto básico e de projeto executivo, e a execução da obra para a reconstituição das fundações, estabilização da estrutura, recuperação e conservação dos ambientes”.
O espaço estava praticamente sem utilização há anos. Em 2008, o livro As Fortalezas e a Defesa de Salvador, do urbanista Mário Mendonça de Oliveira, apontou a necessidade de intervenções na estrutura do Forte para mantê-lo de pé.


Castelo de Monforte de Rio Livre

Está a decorrer desde o passado dia 29 de Abril uma petição online cujo objectivo é a “defesa, salvaguarda e reabilitação do Castelo de Monforte de Rio Livre”.
Monumento Nacional desde 1950, as últimas intervenções neste Castelo datam da década de 1990, estando actualmente em completo abandono. Assim, é considerado necessária a sua reabilitação de forma a torná-lo apelativo como atração turística e dinamizá-lo através de atividades várias, aproveitando as suas potencialidades.
Consulte esta petição, que já reúne mais de 600 assinaturas.


Castelo de Tavira

Foi ampliada a classificação das muralhas do Castelo de Tavira como Monumento Nacional, 75 anos depois da sua primeira classificação, em decreto publicado no Diário da República em 16 de Maio. A identificação feita, em 1939, não reconhecia uma parte do sistema defensivo, pelo que não foi classificada a totalidade da estrutura. Neste sentido, procedeu-se ao seu alargamento de modo a abranger os troços não contemplados, nomeadamente, a frente norte e os cantos nordeste e noroeste da muralha.


Forte da Meia Praia

Câmara de Lagos reclama Forte da Meia Praia para o domínio municipal
LUSA - 25/11/2014
Monumento está degradado e a autarquia quer instalar ali um centro de actividades ambientais ou um núcleo museológico.
A Câmara de Lagos quer que o Forte da Meia Praia, classificado em Janeiro como monumento de interesse público, retorne ao domínio municipal para travar a degradação e abandono do forte do século XVII. Construído em 1674, o Forte da Meia Praia, ou Forte de São Roque, foi entregue à Câmara de Lagos em 1873, que o cedeu gratuitamente à Alfandega, tendo funcionado até meados da década de 90 do século passado como posto da antiga Guarda Fiscal. Em declarações à Lusa, a vereadora com o pelouro da cultura na Câmara de Lagos, Maria Fernanda Afonso, revelou que a autarquia está a tentar recuperar o forte, na posse do Estado, para que seja "reabilitado e colocado ao serviço da comunidade". A autarca acrescentou que não existe documentação da cedência do imóvel para a alfândega, "pelo menos nos documentos da vereação da época". Apesar disso, Maria Fernanda Afonso acredita que "será encontrado um entendimento que permita reabilitar o imóvel, já que o estado de degradação completa e total não é do interesse nem da autarquia nem da tutela". A Assembleia Municipal de Lagos solicitou, por duas vezes ao Governo (em 2004 e em 2007) a transferência do imóvel para a tutela do município, propostas que foram recusadas. Segundo a vereadora Maria Fernanda Afonso, a autarquia tem projectos para o Forte da Meia Praia, nomeadamente a instalação de um centro de actividades ambientais ou um núcleo museológico marítimo. "Não só ao nível dos Descobrimentos marítimos como a nível histórico, este forte faz parte das fortificações do barlavento algarvio", sublinhou. "Não temos documentos que comprovem a cedência e, além disso, em 1973 o secretário de Estado da Instrução e Cultura fez um despacho em que classifica o Forte da Meia Praia como imóvel de interesse público. Essa classificação só veio oficialmente a ser feita em Janeiro de 2014, com a publicação em Diário da República", indicou. O historiador José António Martins considera o Forte da Meia Praia como um dos ícones das fortificações marítimas da Praça de Guerra de Lagos e do património arquitectónico militar, integrando-se "num estilo conhecido como o Maneirismo". "É um forte que espelha toda a grande construção que foi feita no século XVII, no reinado de D. Afonso VI, e é um dos ex libris de toda a zona nova da cidade de Lagos". Para José António Martins, o imóvel deve ser recuperado o mais urgente possível para evitar a degradação total, "porque se ele é bom para ser classificado como imóvel de interesse público, é bom também para a população do país em geral e de Lagos em particular". Estrategicamente implantado numa zona central da Baía de Lagos, o Forte da Meia Praia constituía uma das fortificações complementares de defesa da costa algarvia ao longo da Idade Moderna. Parcialmente destruído pelo terramoto de 1755, foi recuperado em 1766. Foi desarmado e desartilhado em 1840. 


Castelo de Beja

Nova derrocada na torre de menagem do Castelo de Beja
14/11/2014
Blocos de pedra com centenas de quilos caíram sobre um troço de muralhas e a entrada para a torre, mas sem causar vítimas.
Uma derrocada no balcão que ladeia a mais alta torre de menagem da Península Ibérica abriu uma nova ferida no mais emblemático monumento da cidade de Beja, precisamente aquele que mais fascina os artesãos e os poetas populares e eruditos alentejanos. Na quinta-feira, ao final da tarde, blocos de pedra que pesam centenas de quilos caíram sobre as muralhas que ladeiam a torre de menagem e a entrada para esta que está aberta ao público até às 16h: o aluimento deu-se às 17h15. "Ouvi um estrondo que parecia um trovão mais forte”, conta Luís Camacho, que na altura da derrocada estacionava a sua viatura numa das ruas que ladeiam a torre de menagem do castelo de Beja. Ainda sem saber o que passava, Luís Camacho reparou que um grupo de pessoas no meio de um forte alarido apontavam de braços esticados para o alto da torre. “Reparei que faltava ali qualquer coisa”, observou o homem, que mora perto do castelo: a esquina do balcão, que envolve a fortificação a uma altura de cerca de 30 metros, tinha desaparecido. Estava consumada a maior derrocada das últimas décadas no castelo de Beja, o que contraria a posição assumida pela Direcção Regional da Cultura do Alentejo, quando em 2010 e na sequência do aluimento de uma pedra no balcão dos matacães, o mesmo onde se registou a derrocada de ontem, “não identificou, aparentemente, situações de perigo imediato ou de ruína iminente". Como medida de precaução, as subidas ao alto da torre de menagem haviam já sido interditadas. O historiador e museólogo Leonel Borrela, que se deslocou ao castelo esta sexta-feira para observar o que se passava, disse ao PÚBLICO que a parte da estrutura que ruiu é precisamente aquela “onde as pessoas se posicionam para observar e fotografar Beja”. É patente que persiste o perigo de derrocada de mais elementos do balcão, os chamados “cachorros” (pedras que suportam o balcão), admitiu Borrela, depois da observação que fez no local. O historiador chamou a atenção para a fadiga dos materiais e a importância da manutenção de uma estrutura medieval que foi construída no século XIV, “muito provavelmente por D. Fernando”, atendendo à “grande beleza” da fortificação militar que “não tem paralelo na Península Ibérica”, observou. O executivo da câmara municipal foi alertado para o que se estava a passar e de imediato mandou isolar a área afectada pela queda das pedras numa zona de intensa circulação de pessoas e viaturas, sobretudo em dias de mercado ao ar livre, aos sábados. O município de Beja adianta que já comunicou o ocorrido “às entidades competentes, nomeadamente à Direção Regional de Cultura do Alentejo, que está a acompanhar a situação”. A Câmara de Beja, que está a executar obras de manutenção na torre de menagem ao nível da iluminação e impermeabilização da cobertura, garante que da observação efectuada “não se vislumbra qualquer relação entre as obras em curso e o incidente”, que não causou vítimas.


Castelo de Belver

O castelo "sentinela do Tejo", em Belver, vai ter Centro de Interpretação

O objetivo de atrair mais turistas à zona e ao castelo, disse à agência Lusa o presidente do município. Considerando que o centro interpretativo «é extremamente importante» para dar a conhecer aos visitantes a história daquela zona do distrito de Portalegre, José Pio destacou que Gavião «ganha», desta forma, «mais um ponto de atração». O centro custou 89 mil euros, financiados por fundos comunitários, através do programa operacional InAlentejo. A criação do centro de interpretação está inserida num projeto de requalificação do Castelo de Belver, promovido pela Direção Regional de Cultura do Alentejo, em parceria com a Câmara Municipal de Gavião. Com uma exposição permanente e uma área de receção ao visitante, o centro de interpretação pretende dar a conhecer o castelo enquanto edifício militar, numa perspetiva histórica, mas também enquanto monumento nacional, na sua vertente patrimonial e arquitetónica. A exposição, dizem os promotores, conta com uma componente multimédia e interativa, que "estimula a curiosidade" e oferece ao visitante a possibilidade de explorar sempre mais informação cada vez que visitarem o espaço". Apontado como a "Sentinela do Tejo" e situado num local íngreme, o Castelo de Belver foi construído no século XII pela Ordem dos Hospitalários, por decisão régia de D. Sancho I. A sua localização foi considerada estratégica, uma vez que prevenia novas incursões para Norte, quando o Rio Tejo era espaço de fronteira entre Cristãos e Muçulmanos.


Forte de Arnala

Forte Arnala entregue a sucateiros
09.11.2014
A história desmorona-se: Canhões antigos desaparecem do forte e a ocupação selvagem aumenta, enquanto que a ASI faz vista grossa. O secular forte Arnala, uma das estruturas mais históricas do estado, está a sofrer o maior abandono. Com o Departamento Arqueológico da Índia (ASI) fazendo raras visitas, canhões antigos foram roubados e vendidos a sucateiros, enquanto os interiores do forte foram vandalizados e ocupações selvagens surgiram no interior das instalações, com os moradores até a cultivar hortas no seu interior. O forte Arnal foi construído em 1516 pelo então sultão de Gujarate Mahmood Begada. Foi mais tarde conquistado pelos portugueses em 1530 reconquistado pelos maratas ereconstruído em 1737. Inicialmente chamado Janjire Arnalafoi “batizado” Ilha das Vacas pelos portugueses. O seu único acesso é por barco. O forte teve importância estratégica já que se localiza na foz do rio Vaitarna e se encontra rodeado por àgua. Os canhões que o guarneciam foram roubados mas alguns foram encontrados pelos habitantes locais que informaram as autoridades. Como ninguém apareceu para se responsabilizar acabaram por vendê-los a sucatas. Um dos canhões foi inclusive colocado no templo local e pintado com tinta branca…"Desconhecendo a importância do forte, os moradores agora cultivam legumes e construíram estruturas ilegais. Este é um delito grave e ação rigorosa deve ser tomada contra eles”, disse Shridatta Raut, historiador de Vasai Kille Mohim.


Forte de Vasai

Levantamento Arqueológico deixa antiguidades desprotegidas no Forte Vasai
Artefatos históricos encontrados no Forte Vasai permanecem desprotegidos desde que o Departamento de Levantamentos Arqueológicos da Índia (ASI) os deixou empilhados num escritório no interior das instalações do forte. A sala que abriga as antigas lápides de pedra, cerâmica, ossos e outros objetos, incluindo os da época portuguesa, é deixada sem guarda e aberta a qualquer pessoa. "A ASI nem documentou os artefatos, nem os tenta preservar", disse Shridatta Raut, historiador de Kille Vasai Mohim (KVM). A KVM organiza passeios para turistas no forte Vasai e ajuda a limpar o forte. Raut disse: "Os artefatos devem ser mantidos sob custódia e estudados. A sua utilização e relevância devem ser compreendidas." O Forte Vasai, que se encontra a 55 km de Mumbai, foi construído pelo rei do Gujarate Bahadur Shah. É considerado historicamente significativo porque a cidade circundante foi a segunda mais importante no Império Portuguêsdo Oriente, depois de Goa. A ASI encontrou os artefatos históricos durante anos de escavações e trabalhos de restauro no forte. A ASI, no entanto, disse ter documentado os achados importantes. "Quando visitámos o forte nas nossas pesquisas, documentámos as antiguidades importantes, como cerâmica de porcelana e outros materiais", disseram.


Forte de Worli

Ginásio ilegal no Forte Worli
17.11.2014 Local: Mumbai | Agência: DNA
Construções ilegais foram feitas dentro do Forte Worli, um local histórico que se encontra sob a proteção do departamento de arqueologia e de arquivo indiano. O departamento, no entanto, afirma não ter conhecimento do caso. As estruturas ilegais são um ginásio e um templo, mantidos por um habitante local chamado Danny, que admitiu que as suas atividades no forte não têm tido sanções por parte do departamento. Alegou também que construiu o templo para manter o espaço limpo, santificando a área. No entanto, negou que tenha construído um ginásio lá afirmando que este já existe desde 1962. De acordo com a Lei de 2010 sobre Antigos Monumentos e Sítios Arqueológicos, a construção é proibida no interior do monumento. No entanto, Danny alegou que era por causa dos seus esforços que o monumento tem estado protegido contra invasores e criminosos. "As pessoas não estão invadindo o local porque não permitimos que isso acontecesse. Faço um serviço social por permitir às pessoas que utilizem o ginásio por uma taxa mínima de 50 rupias por mês", disse Danny. Localizado perto da aldeia de Worli, o forte foi construído em 1675 pelos portugueses tendo sido ampliado em 1737. A sua função era a de proteger a baía de forças invasoras.


Alertas

Estimados (as) amigos (as)
A Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos quer criar um canal que permita a exposição de situações, queixas, opiniões e comentários em relação às intervenções relacionadas com a conservação, revitalização e valorização dos castelos e fortalezas portuguesas. A colaboração de todos permitirá que a Associação possa chegar rapidamente junto das entidades responsáveis e obter informações e esclarecimentos.
Por este motivo a Associação disponibiliza um canal para todos se poderem ouvir-se e servir atalaia das situações que comprometam o património fortificado português.

Se estiver interessado em fazer uma explanação por escrito, poderá utilizar os seguintes contactos:

 Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos
Rua Barros Queirós, n.º 20, 1.º Esq.
1100-077 Lisboa
Telefone: +351 218 885 381
Fax.: +351 218 885 342
e-mail:
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Luis Filipe Oliveira <luisfilipeoli73@gmail.com> (15-05-2008 16:27:42)
Fico muito satisfeito, com o propósito desta associação. Um bem haja para todos e desejos de continuem a realizar um optimo trabalho.
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